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Cafuçu fodendo a própria minina

Cafuçu fodendo a própria pica



 

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Moleque indio mostrando sua india durinha

CONTOS DE PUNHETA - A PUNHETA HERÓICA

 Olá, meu nome é Caio e eu tenho 18 anos. Dizem que a primeira punheta a gente nunca esquece, não é? Mas eu tenho que dizer que a minha foi totalmente surreal. Aconteceu semana passada e, por causa da punheta, um homem foi atropelado e o prédio onde eu moro ficou a salvo de um bandido que estava assustando a minha cidade. É bizarro, eu sei... Mas acho melhor eu contar essa história desde o começo. Você deve estar se perguntando: como um cara de 18 anos foi bater sua primeira punheta semana passada? Mas é verdade. Eu sempre fui muito tranquilo nesse sentido e, até pouco tempo, nem sabia o que era punheta. Estudava num colégio em período integral e ficava o dia todo ocupado, quando chegava em casa, à noite, só queria saber de dormir. Nos fins de semana, eu passava o tempo todo na biblioteca, fazendo meus trabalhos. Enfim, nem lembrava que punheta existia... até semana passada. Eu moro no décimo andar de um prédio, na periferia da minha cidade, com meus pais e meu irmão, o Fábio de 20...

Batendo uma bronha com o meu primo Samuel

     Meu primo Samuel tem a mesma idade que eu, praticamente pouca diferença em dias. Ele e eu morávamos no interior, na vila do Rumo Certo no município de Presidente Figueiredo, Amazonas. Quando tínhamos 15 anos, moramos uma boa temporada no sítio do nosso avô, um dia saímos para caçar passarinhos com baladeira no mato. Lá nas quebradas e tanto dentro do matagal próximo à um riacho, estávamos fumando um baseado e ele começou a conversar sobre as garotas que ele paquerava na escola. De repente a minina dele começou a ficar dura, aí ele disse; "Já que estamos aqui nesse lugar, vamos bater uma bronha pra tirar o resto da tarde. Eu não estava tão afim assim de bater uma, mas vendo toda a ação dele logo me deu vontade." A minina dele tinha o mesmo tamanho da minha, mas ela era bem clara, assim da cor dele e cabeça bem rosa.  Começamos a bater uma na boa, e aí ele pediu para mim fazer uma mão amiga pra ele, ele disse; está dando câimbra pode continuar aí de onde eu parei?...